A Semana

NOVEMBRO

Programação da 4ª Semana



Na segunda-feira, continuamos o estudo de O Livro dos Espíritos, questões a partir da 550, finalizando os pactos e dando início poder oculto, talismãs e feiticeiros.
Venha estudar a Doutrina dos Espíritos.
Todas as segundas a partir das 19h30 minutos.


Programação da 3ª semana



Programação semanal - 2ª semana
Nas segundas-feiras, às 19:30h temos o Estudo de O Livro dos Espíritos. Neste mês continuamos a estudar a influência dos Espíritos em nossa vida.


Programação semanal - 1ª semana



Nas segundas-feiras, às 19:30h temos o Estudo de O Livro dos Espíritos. Neste mês continuamos a estudar a influência dos Espíritos em nossa vida.




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Mês de Outubro

4ª Semana. O mês de outubro finaliza com explanações de grande valor para o nosso cotidiano. Vejamos abaixo a programação da última semana do mês.



Do domingo à sexta-feira teremos oportunidade de descobrir na fonte da água viva o conhecimento que nos abrirá as portas do progresso individual e coletivo. Nesta semana, última do mês de outubro iremos conversar sobre a Parábola da figueira seca. descobriremos o Umbral e suas várias dimensões. 
Abaixo a mensagem lida domingo na Hora da prece para nossa apreciação. 


Vejamos agora o Evangelho da quarta-feira.
Muita paz e luz a todos. Sejam sempre bem vindos!


Olá pessoal! Chegamos a 3ª semana do mês de outubro.
Vejamos a programação desta semana.


HORA DA PRECE

Dando continuidade as nossas atividades da 3ª semana, iniciamos muito bem domingo (18) com a excelente explanação da mensagem A benção do estímulo do livro Jesus no Lar de Chico Xavier, além das vibrações positivas emanadas pela melodia das músicas e das pessoas que participaram da atividade. 
Vejamos abaixo no link a mensagem que foi explanada:
http://www.doutrinaespirita.com.br/?q=node/860

ESTUDO DE O LIVRO DOS ESPÍRITOS

Estudaremos nesta segunda (19) as questões 529 a 532 de O Livro dos Espíritos.
http://www.olivrodosespiritoscomentado.com/fev11q529.html

ATENDIMENTO ESPIRITUAL

O Atendimento Espiritual é a oportunidade de juntos estudarmos O Evangelho segundo O Espiritismo. Estudaremos o Capítulo XIX - A fé transporta montanhas e seus itens: 6 e 7. Vejamos o texto evangélico no link abaixo: 

https://evangelhoespirita.wordpress.com/capitulos-1-a-27/cap-19-a-fe-que-transporta-montanhas/a-fe-religiosa-condicao-da-fe-inabalavel/


PALESTRA PÚBLICA

E, finalmente, sexta-feira teremos a palestra pública com o tema: Sonhos. Uma mensagem elucidativa sobre um assunto que desperta no homem diversas indagações.

Você é nosso convidado. Venha conhecer a Doutrina Espírita.







HORA DA PRECE (Domingo)

Iniciamos muito bem a semana com essa bendita mensagem edificante, nos alertando sobre os compromissos pessoais que devemos seguir e com as belíssimas canções que nos envolveram com suaves vibrações de luz e paz. Abaixo vejamos a mensagem que foi lida e explicada neste domingo.


Compromisso pessoal

“Eu plantei, Apolo regou, mas o crescimento veio de Deus.” — PAULO (1 Coríntios, 3.6)

1 Nada de personalismo dissolvente na lavoura do espírito.
2 Qual ocorre em qualquer campo terrestre, cultivador algum, na gleba da alma, pode jactar-se de tudo fazer nos domínios da sementeira ou da colheita.
3 Após o esforço de quem planta, há quem siga o vegetal nascente, quem o auxilie, quem o corrija, quem o proteja.
4 Pensando, porém, no impositivo da descentralização, no serviço espiritual, muitos companheiros fogem à iniciativa nas construções de ordem moral que nos competem. 5 Muitos deles, convidados a compromissos edificantes, nesse ou naquele setor de trabalho, afirmam-se inaptos para a tarefa, como se nunca devêssemos iniciar o aprendizado do aprimoramento íntimo, enquanto que outros asseveram, quase sempre com ironia, que não nasceram para líderes.6 Os que assim procedem costumam relegar para Deus comezinhas obrigações no que tange à elevação, progresso, acrisolamento ou melhoria, mas as leis do Criador não isentam a criatura do dever de colaborar na edificação do bem e da verdade, em favor de si mesma.
7 Vejamos a palavra do Apóstolo Paulo, quando já conhecia os problemas do autoaperfeiçoamento, em nos referindo à evangelização: “eu plantei Apolo regou, mas o crescimento veio de Deus”.
8 A necessidade do devotamento individual à causa da verdade transparece, clara, de semelhante conceituação.
9 Sabemos que a essência de toda atividade, numa lavra agrícola, procede, originariamente, da Providência Divina. De Deus vêm a semente, o solo, o clima, a seiva e a orientação para o desenvolvimento da árvore, como também dimanam de Deus a inteligência, a saúde, a coragem e o discernimento do cultivador, mas somos obrigados a reconhecer que alguém deve plantar.

.Emmanuel


Essa mensagem foi publicada originalmente em 1966 pela FEB e é a 18.ª lição do livro “Entre irmãos de outras terras


ESTUDO DE O LIVRO DOS ESPÍRITOS (Segunda)

Nesta segunda estudaremos as questões 527 e 528 de O Livro dos Espíritos, ainda conversando sobre as influências dos Espíritos em nossas ações.

ATENDIMENTO ESPIRITUAL (Quarta)

Na quarta iremos juntos estudar o Capítulo XIX de O Evangelho segundo O Espiritismo - A fé transporta montanhas, nos seus itens: 1 a 5 - Poder da Fé.

E, finalizando a semana teremos:
PALESTRA PÚBLICA (Sexta)
Tema da palestra: Conhece-te a ti mesmo.

Venha participar conosco de extensa atividades que nos elucidam o melhor caminho a seguir. A codificação Espírita nos dá a chave do progresso individual, nos mostrando o caminho certo a seguir.

1ª Semana

Hora da Prece

Domingo (04) foi realizada a leitura da mensagem Estações necessárias do livro Pão Nosso de Francisco Cândido Xavier. Vejamos a mensagem a seguir:


Estações necessárias
 “Arrependei-vos, pois, e conver­tei-vos, para que sejam apagados os vossos pecados e venham assim os tempos do refrigério pela presença
do Senhor.” — 
(Atos, capítulo 3, versículo 19.)
 
 
Os crentes inquietos quase sempre admitem que o trabalho de redenção se processa em algumas providências convencionais e que apenas com certa atividade externa já se encontram de posse dos títulos mais elevados, junto aos Mensageiros Divinos.
A maioria dos católicos romanos pretende a isenção das dificuldades com as cerimônias exteriores; muitos protestantes acreditam na plena identificação com o céu tão-só pela enunciação de alguns hinos, enquanto enorme percentagem de espiritistas se crê na intimidade de supremas revelações apenas pelo fato de haver frequentado algumas sessões.
Tudo isto constitui preparação valiosa, mas não é tudo.
Há um esforço iluminativo para o interior, sem o qual homem algum penetrará o santuário da Verdade Divina.
A palavra de Pedro à massa popular contém a síntese do vasto programa de transformação essencial a que toda criatura se submeterá para a felicidade da união com o Cristo.
Há estações indispensáveis para a realização, porquanto ninguém atingirá de vez a eterna claridade da culminância.
Antes de tudo, é imprescindível que o culpado se arrependa, reconhecendo a extensão e o volume das próprias faltas e que se converta, a fim de alcançar a época de refrigério pela presença do Senhor nele próprio. Aí chegado, habilitar-se-á para a cons­trução do Reino Divino em si mesmo.
Se, realmente, já compreendes a missão do Evan­gelho, identificarás a estação em que te encontras e estarás informado quanto aos serviços que deves levar a efeito para demandar a seguinte.


Do cap. 13 do livro Pão Nosso, obra de Emmanuel, psicografada pelo médium Francisco Cândido Xavier.
 

Na segunda (05) estudamos O Livro dos Espíritos, questões: 525 à 526 que versa sobre a influência dos Espíritos nos acontecimentos da vida.

Quarta-feira (07) o ATENDIMENTO ESPIRITUAL realizou a explanação de O Evangelho segundo O Espiritismo com o tema: Cap. XVIII - Muitos os chamados e poucos os escolhidos - Itens 13 à 16: Será dado àquele que tem/ Reconhece-se um cristão pela suas obras.
Vejamos o texto: 


UM ESPÍRITO AMIGO
Bordeaux, 1862
            13 – E chegando-se a ele os discípulos, lhe disseram: Por que razão lhes falas por parábolas? Ele, respondendo, lhes disse: Porque a vós vos é dado saber os mistérios do Reino dos Céus, mas a eles não lhes é concedido. Porque ao que tem, se lhe dará e terá em abundância, mas ao que não tem, até o que tem, lhe será tirado. Por isto é que eu lhes falo em parábolas; porque eles, vendo, não vêem, e ouvindo não ouvem, nem entendem. De sorte que neles se cumpre a profecia de Isaías, que diz: Vós ouvireis com os ouvidos, e não entendereis; e vereis com os olhos, e não vereis. (Mateus, XIII: 10-14).
            14 – Também lhes dizia: Atendei ao que ides agora ouvir. Com a medida com que medirdes aos demais, vos medirão a vós, e ainda se vos acrescentará. Porque ao que já tem, dar-se-lhe-á, e ao que não tem ainda o que tem se lhe tirará. (Marcos, IV: 24-25)                      
            15 – “Dá-se ao que tem e retira-se ao que não tem”. Meditai sobre esses grandes ensinamentos, que quase sempre vos pareceram paradoxais. Aquele que recebeu é o que possui o sentido da palavra divina. Ele a recebeu porque se esforçou para fazer-se digno, e porque o Senhor, no seu amor misericordioso, encoraja-lhe os esforços em direção ao bem. Esses esforços contínuos, perseverantes, atraem as graças do Senhor. São como um ímã, que atraísse as melhoras progressivas, as graças abundantes, que vos tornam fortes para a subida da montanha sagrada, em cujo cume encontrareis o repouso que sucede ao trabalho.
            “Tira-se àquele que nada tem, ou que tem pouco”. Tomai isto como um ensino figurado. Deus não tira das suas criaturas o bem que se dignou conceder-lhes. Homens cegos e surdos! Abri vossas inteligências e vossos corações, procurai ver pelo espírito; compreendei com a alma; e não interpreteis de maneira grosseiramente injusta as palavras daquele que fez resplandecer aos vossos olhos a Justiça do Senhor! Não é Deus quem retira daquele que pouco havia recebido, mas é o seu próprio Espírito que, pródigo e descuidado, não sabe conservar o que tem, e aumentar, fecundando-a, a migalha que caiu no seu coração.

            O filho que não cultiva o campo que o trabalho do pai conquistou, para deixar-lhe de herança, vê esse campo cobrir-se de ervas daninhas. Será o seu pai quem lhe tira as colheitas que ele não preparou? Se ele deixou a sementeira morrer nesse campo, por falta de cuidado, deve acusar seu pai pela falta de produção? Não, não! Em vez de acusar aquele que tudo lhe deu, como se lhe houvesse retomado os bens, deve acusar-se a si mesmo, que é o verdadeiro responsável pela sua miséria, e arrependido e ativo, entregar-se corajosamente ao trabalho. Que arroteie o solo ingrato, com o esforço de sua própria vontade; que o lavre a fundo, com a ajuda do arrependimento e da esperança; que nele atire, confiante, a semente que escolheu como boa entre as más; que o regue com o seu amor e a sua caridade; e Deus, o Deus de Amor e Caridade, dará aquele que já tem. Então,ele verá os seus esforços coroados de sucesso, e um grão a produzir cem, e outro, mil. Coragem, trabalhadores! Tomai as vossas grades e charruas; arrotei os vossos corações; arrancai deles o joio; semeai a boa semente que o Senhor vos confia, e o orvalho do amor os fará produzir os frutos da caridade.

SIMEÃO
Bordeaux,1863

            16 – “Nem todos os que me dizem Senhor, Senhor, entrarão no Reino dos Céus, mas somente o que faz a vontade de meu Pai, que está nos Céus”. Escutai estas palavras do mestre, todos vós que repelis a doutrina espírita como obra do demônio! Abri os vossos ouvidos, pois chegou o momento de ouvir! Será suficiente trazer a libré do Senhor, para ser um fiel servidor? Será bastante dizer:“ Sou cristão ”, para seguir o Cristo? Procurai os verdadeiros cristãos e os reconhecereis pelas suas obras. “Uma árvore boa não pode dar maus frutos, nem uma árvore má dar bons frutos”. – “Toda árvore que não der bons frutos será cortada e lançada no fogo”. – Eis as palavras do Mestre. Discípulos do Cristo, compreendei-as bem! Quais os frutos que a árvore do Cristianismo deve dar, árvore possante, cujos ramos frondosos cobrem com a sua sombra uma parte do mundo, mas ainda não abrigaram a todos os que devem reunir-se em seu redor? Os frutos da árvore da vida são frutos de vida, de esperança e fé. O Cristianismo, como o vem fazendo desde muitos séculos, prega sempre essas divinas virtudes, procurando distribuir os seus frutos. Mas quão poucos os colhem! A árvore é sempre boa, mas os jardineiros são maus. Quiseram moldá-la segundo as suas idéias, modelá-la de acordo com as suas conveniências. Para isso a cortaram, diminuíram, mutilaram. Seus ramos estéreis já não produzem maus frutos, pois nada mais produzem. O viajor sedento que se acolhe à sua sombra, procurando o fruto de esperança, que lhe deve dar força e coragem, encontra apenas os ramos adustos, pressagiando mau tempo. É em vão que busca o fruto da vida na árvore da vida: as folhas tombam secas aos pés. A mãos do homem tanto as trabalharam, que acabaram por crestá-las!
            Abri, pois, vossos ouvidos e vossos corações, meus bem amados! Cultivai esta árvore da vida, cujos frutos proporcionam a vida eterna. Aquele que a plantou vos convida a cuidá-la com amor, que ainda a vereis dar com abundância os seus frutos divinos. Deixai-a assim como o Cristo vo-la deu: não a mutileis. Sua sombra imensa quer estender-se por todo o universo; não lhe corte a ramagem. Seus frutos generosos caem em abundância, para alentar o viajor cansado, que deseja chegar ao seu destino. Não os amontoeis, para guardá-los e deixá-los apodrecer, sem servirem a ninguém. “São muitos os chamados e poucos os escolhidos”. É que há os açambarcadores do pão da vida, como os há do pão material. Não vos coloqueis entre eles; a árvore que dá bons frutos deve distribuí-los para todos. Ide, pois, procurar os necessitados; conduzi-os sob as ramagens da árvore e partilhai com eles o abrigo que ela vos oferece. “Não se colhem uvas dos espinheiros”. Meus irmãos, afastai-vos, pois, dos que vos chamam para apontar os tropeços do caminho, e segui os que vos conduzem à sombra da árvore da vida.
            O divino Salvador, o justo por excelência, disse, e suas palavras não passarão: “Os que me dizem Senhor, Senhor, nem todos entrarão no Reino dos Céus, mas somente aqueles que fazem a vontade de meu Pai, que está nos Céus”. Que o Senhor das bênçãos vos abençoe, que o Deus da luz vos ilumine; que a árvore da vida vos faça com abundância a oferenda dos seus frutos! Credes e orai!

PALESTRA PÚBLICA
Nesta sexta (09) o tema central da palestra pública será: A arte de envelhecer. Tema bem pertinente em nossos dias atuais, sabendo que nossa população está envelhecendo e nós cristãos, necessitamos conhecer a arte para um envelhecimento saudável, saúde do corpo físico, mental e espiritual. 
Mês de Setembro
5ª Semana

Hora da Prece - domingo

Conversamos sobre a mensagem do Livro Vigiai e Orai - Irmao Jose & Carlos A. Baccelli
Fraquezas Alheias  
Não comentes as fraquezas alheias.
Quem busca diminuir os outros está tentando promover-se à custa da infelicidade dos semelhantes..
Observa se a crítica que fazes não se aplicará primeiro a ti.
A pior imperfeição moral é aquela que prejudica o próximo.
Quem apenas destaca o mal, revela-se incapaz de incentivar o bem.
A aparência de virtude é mais prejudicial que mazela declarada.
Os que se mostram conscientes dos seus erros já efetuaram maior progresso do que os que se julgam infalíveis.
*Façamos silêncio para as lutas pessoais dos que vivem a nossa volta.
*Estendamos a eles nossa solidariedade, sem que em nossos lábios haja censura ou em nossa presença haja descaso.
O Estudo do Livro dos Espíritos 
Lemos,perguntamos,respondemos, estudamos as questões 474 e 475.
Questão 502
Veja o comentário pelo Espírito Miramez, no livro Filosofia Espírita

Questão 503
Veja o comentário pelo Espírito Miramez, no livro Filosofia Espírita

Questão 504
Veja o comentário  pelo Espírito Miramez, no livro Filosofia Espírita

O Atendimento Espiritual, que consiste no Atendimento Fraterno, Estudo e exposição dialogada do Evangelho Segundo O Espiritismo, Passe e água magnetizada.
A Quem Muito Foi Dado, Muito Será Pedido

10 – Porque aquele servo, que soube a vontade de seu Senhor, e não se apercebeu, e não obrou conforme a sua vontade, dar-se-lhe-ão muitos açoites. Mas aquele que não a soube, e fez coisas dignas de castigo, levará poucos açoites. Porque a todo aquele, a quem muito foi dado, muito será pedido, e ao que muito confiaram, mais contas lhe tomarão. (Lucas, XII: 47-48).
            11 – E Jesus lhe disse: Eu vim a este mundo para exercitar um juízo, a fim de que os que não vêem, vejam, e os que vêem, se tornem cegos. E ouviram alguns dos fariseus que estavam com ele, e lhe disseram: Logo, também nós somos cegos? Respondeu-lhes Jesus: Se vós fôsseis cegos, não teríeis culpa; mas como agora mesmo dizeis: Nós vemos, fica subsistindo o vosso pecado. (João, IX: 39-41).
            12 – Estas máximas encontram sobretudo a sua aplicação no ensinamento dos Espíritos. Quem quer que conheça os preceitos do Cristo é seguramente culpado, se não os praticar. Mas além de não ser suficientemente difundido o Evangelho que os contêm, senão entre as seitas cristãs, mesmo entre estas, quantas pessoas existem que não o lêem, e entre as que o lêem, quantas não o compreendem! Disso resulta que as próprias palavras de Jesus ficam perdidas para a maioria. O ensinamento dos Espíritos, que reproduz essas máximas sob diferentes formas, que as desenvolve e comenta, pondo-as ao alcance de todos, tem sido de particular, ou seja, não é circunscrito. Assim, todos, letrados ou não, crentes ou descrentes, cristãos ou não cristãos, podem recebê-lo, pois os Espíritos se comunicam por toda à parte. Nenhum dos que o recebam, diretamente ou por intermédio de outros, pode pretextar ignorância, ou pode desculpar-se com a sua falta de instrução ou com a obscuridade do sentido alegórico. Aquele, pois, que não o põe em prática para se melhorar, que o admira apenas como interessante e curioso, sem que seu coração seja tocado, que não se faz menos fútil, menos orgulhoso, menos egoísta, nem menos apegado aos bens materiais, nem melhor para o seu próximo, é tanto mais culpado, quanto teve maior facilidade para conhecer a verdade.
            Os médiuns que obtêm boas comunicações são ainda mais repreensíveis por persistirem no mal, pois escrevem freqüentemente a sua própria condenação, e se não estivessem cegos pelo orgulho, reconheceriam que os Espíritos se dirigem a eles mesmos. Mas, em vez de tomarem para eles as lições que escrevem, ou que vêem os outros escreverem, sua única preocupação é a de aplicá-las as outras pessoas, incidindo assim nestas palavras de Jesus: “Vedes um argueiro no olho do próximo, e não vedes a trave no vosso”. (Ver cap. X, nº 9).
            Por estas palavras: “Se fosseis cegos, não teríeis culpa”, Jesus confirma que a culpabilidade está na razão do conhecimento que se possui. Ora, os fariseus, que tinham a pretensão de ser, e que realmente eram, a parte mais esclarecida da nação, tornavam-se mais repreensíveis aos olhos de Deus que o povo ignorante. O mesmo acontece hoje.
            Aos espíritas, portanto, muito será pedido, porque muito receberam, mas também aos que souberam aproveitar os ensinamentos, muito lhes será dado.
            O primeiro pensamento de todo espírita sincero deve ser o de procurar, nos conselhos dados pelos Espíritos, alguma coisa que lhe diga respeito.
            O Espiritismo vem multiplicar o número dos chamados, e pela fé que proporciona, multiplicará também o número dos escolhidos.

Palestra Pública
Essa semana conversaremos sobre: 

Culpa, arrependimento e reparação sob a ótica espírita


Parte 2 e final 
Hoje, a questão da culpa tornou-se ainda mais abrangente, de acordo com a ideologia vigente. No capitalismo, somos culpados se não juntamos capital. O fracasso consiste em não ser sucesso nos negócios, nos estudos, na empresa, no consumo. Para as mulheres, mais que isso: fracassadas são as que não conseguem manter o padrão de beleza das modelos magérrimas das passarelas.
Jean-Yeves Leloup, o padre francês, autor do livro “Normose, a Patologia da Normalidade”, criou um conceito bastante interessante para definir o contexto atual. Chamou de “normose” tudo o que é aceito socialmente como sendo algo normal, mas que, no entanto, causa sofrimento, patologias e até mesmo a morte.
As relações fluidas, o consumo exacerbado, a busca pelo padrão de beleza ideal, pelo sucesso, pelo poder etc., faz com que boa parcela da população sofra, gerando sintomas de difícil solução. Somos culpados por não conseguirmos atingir a meta proposta, dentro desse padrão de normose atual. E, buscando encobrir a culpa, usamos máscaras sociais que nos fazem parecer. Parecemos não errar, parecemos ter, parecemos ser. Mas só parecemos. Todos erramos, nada possuímos [uma vez que tudo pertence a Deus e pode nos ser retirado a qualquer momento] e, nesse caminho, nem sequer temos conhecimento de quem realmente somos.
Salientamos ainda que, se por um lado temos a questão da culpa como produto social, não é menos verdadeiro que temos tido contato, há mais de dois mil anos, com outras formas de pensamento que nos trazem reflexões sobre a situação do apego à matéria e o descaso com as questões do Espírito. Portanto, embora mergulhados numa ideologia marcante e opressora, não nos faltam opções filosóficas e religiosas neste contexto para que possamos analisar nosso modo de ser e agir no mundo e suas possíveis consequências.
O remorso como mecanismo de autopunição 
Culpa é a consciência de um erro cometido através de um ato que provocou algum prejuízo [seja material ou moral] a si mesmo ou a outrem. A consciência do erro traz-nos sofrimento. E tal sentimento pode ser vivenciado de duas formas: saudável ou patologicamente.
Chamaremos de culpa saudável aquela que nos leva ao arrependimento sincero e que, embora revestida de dor, impulsiona o ser à reparação.
Na origem da palavra, arrependimento quer dizer mudança de atitude, ou seja, atitude contrária, ou oposta, àquela tomada anteriormente. Ela origina-se do grego metanoia(meta=mudança, noia=mente). Arrependimento quer dizer, portanto, mudança de mentalidade.
Temos, então, no processo saudável, primeiro o diagnóstico do erro. Sem este, impossível seguirmos adiante sem acumularmos mais débitos. Pessoas que se mantêm com a consciência adormecida, ao acordar, resgatam dores maiores, acumuladas devido à cegueira espiritual em que se comprazem. Importante ressaltar que nenhum filho está à margem do Amor do Pai Celestial. Todos temos, em diversas oportunidades e em variados contextos, contato com as verdades do Mundo Maior. Preciso é que a boa vontade surja no cenário, sob risco de ficarmos derrapando na estrada evolutiva além do necessário, colhendo dores tardias. É preciso que exista o arrependimento sincero. Ou seja, a mudança de mentalidade.
Diagnosticamos o erro e não desejamos mais praticá-lo. Contudo, não ficaremos apenas na luta pela não repetição do mal cometido, sentindo a dor da expiação [a dor sentida pela dor causada]. Iremos além: no terceiro [e imprescindível] passo, seguiremos em direção à reparação.
Allan Kardec, no livro O Céu e o Inferno, no código penal da vida futura, afirma que "o arrependimento, conquanto seja o primeiro passo para a regeneração, não basta por si só; são precisas a expiação e a reparação. (...) Arrependimento, expiação e reparação constituem, portanto, as três condições necessárias para apagar os traços de uma falta e suas consequências".
Na culpa patológica temos, como resultado, apenas o remorso, num pensamento em circuito fechado, no qual o ser acredita [erroneamente] que, ao sentir a dor repetida, está pagando pelo mal cometido e resgatando seus débitos. Triste ilusão, em que a pessoa que sofre mantém-se num monodeísmo, autoflagelando-se, sem conseguir libertar-se ou evoluir. Trata-se aqui de um processo de congelamento evolutivo, uma trava psicológica que leva a sérias patologias da mente e do corpo se não percebidas e alteradas em pouco tempo.
No remorso o sujeito enclausura-se em sua dor, lamentando-se, acreditando não ser merecedor de nada bom, desistindo de lutar, de reparar para libertar-se. Não consegue perceber a função do erro e da dor na evolução de si próprio, estagnando em águas tormentosas, num continuo sofrer sem sentido. O remorso o faz sofrer, mas não o liberta. A pessoa fica acomodada na queixa e na lamentação. Mais amadurecida psicologicamente, avançaria pelo caminho do autoperdão e seguiria em direção à reparação.  
Muitas vidas e a culpa inconsciente 
Com o advento da Doutrina Espírita, adquirimos conhecimentos importantes, tais como o da reencarnação. Aprendemos, através dela, que experimentamos existências sucessivas, num continuum evolutivo, em que as experiências surgem como ferramentas preciosas, impulsionando o ser à melhoria constante. Nesse processo, a dor pode ser comparada com o advento da febre no vaso orgânico, que assinala algum problema infeccioso que deve ser diagnosticado para que possa ser tratado. Na alma, a dor tem o importante papel de nos alertar sobre algo moral que não vai bem.
Precisamos sair da postura persecutória em que frequentemente nos alojamos, analisando a dor como uma inimiga. Muito ao contrário, ela deve ser vista como oportunidade de conhecimento, de entendimento de nós mesmos, para uma possível melhoria íntima real.
O que acontece é que, viciados nesse ‘mal sofrer’, seguimos acumulando remorsos, distantes ainda do objetivo maior, que é o de aprender com os erros, reparando-os e seguindo adiante, libertos.
Vamos acumulando no psiquismo inconsciente emoções relacionadas à culpa patológica, carregando, em existências posteriores, problemas de difícil solução. Síndromes neuróticas podem estar intimamente ligadas a essas lembranças pretéritas, porém não acessíveis à consciência. Por exemplo: o medo terrível que algumas pessoas apresentam de estar em posição de comando podem refletir erros do passado, quando precisaram lidar com a experiência do poder e faliram, devido à sua personalidade arrogante, abusiva ou intempestiva.
A Doutrina Espírita auxilia-nos sobremaneira na compreensão de todo esse processo, pois nos revela a anterioridade do Ser, onde muitas vezes está a gênese dos desequilíbrios do hoje. Passamos a nos compreender como senhores de nossas ações e tendemos, portanto, à mudança, libertando-nos do remorso patológico e aprendendo a viver com mais responsabilidade. 
E os que acabam de chegar ao Espiritismo? 
Outro ponto que gostaríamos de citar é sobre os neófitos, os que chegam à Doutrina Espírita e começam a beber em suas fontes. Logo percebem a grandiosidade da mensagem reveladora e em muitos casos assustam-se e se esquivam de saber mais, amedrontados com a possibilidade de nunca conseguirem realizar seus ensinamentos.
Outros, que persistem um pouco mais, mas que ainda não compreenderam a mensagem em toda a sua extensão, iniciam um processo autopunitivo complexo, sofrendo demasiadamente a dor oriunda de seu passado complicado.
Um exemplo: pessoas que fazem uso de drogas [mesmo as chamadas lícitas], ao aprenderem o que ocorre com o corpo espiritual [perispírito], podem passar a sentir tremendas dificuldades íntimas.
É preciso que se saiba que não importa o tamanho do problema ou do erro, mas nosso empenho sadio nas escolhas do hoje que redundarão num futuro diferente.
Não temos mais controle sobre o que já fizemos. Isso é passado. Mas podemos controlar o nosso próprio futuro e isso realmente depende de nós.
Os erros nos ajudam sobremaneira na compreensão sobre os novos caminhos que devem ser trilhados. São importantíssimos para nossa evolução. Não farão sentido para nós determinadas escolhas se não soubermos o porquê delas. A fé precisa ser raciocinada. Devemos saber por que precisamos mudar, como mudar e quando mudar. E mesmo que não consigamos nos reformar em determinados aspectos, o que aprendemos é que precisamos tornar a tentar, tornar a tentar e tornar a tentar... setenta vezes sete vezes, se preciso for...
E se não tivermos a oportunidade de reparar o mal que fizemos com determinada pessoa, diretamente?
Busquemos não repetir o erro e amemos muito. Disse o apóstolo Pedro que “O amor cobre uma multidão de pecados” (I Pedro, 4:8). É isso.
Recordemos que do erro de Rousseau e de Maria de Magdala surgiram frutos maravilhosos. Embora sem conseguirem uma reparação direta com os prejudicados ainda naquela encarnação [no caso de Rousseau, os cinco filhos por ele abandonados], ambos optaram pelo exercício do amor desinteressado e com isso nos deixaram um belíssimo e importante legado que, se observado e levado a efeito, ajuda-nos em nossa caminhada, libertando-nos do remorso, impulsionando-nos ao acerto, ao bom caminho, conforme já nos indicava, há dois mil anos, Jesus, o Mestre por excelência.
E mesmo que tenhamos de aguardar um tempo maior para conseguirmos oportunidade de reparação direta, não tenhamos dúvida de que, fortalecidos pelo amor em ação, conseguiremos ultrapassar barreiras íntimas, tornando-nos, por fim, benfeitores não apenas destes, mas de muitos outros que cruzarem os nossos caminhos. 

Referências bibliográficas: 
LELOUP: J. Y; WEILL, P.; CREMA, R. Normose: a patologia da normalidade. São Paulo, Thot, 1997.  
KARDEC, A. O Céu e o Inferno, Código da Vida Futura, p.94, Tradução de Manuel Justiniano Quintão, 42ª edição; FEB; Rio de Janeiro, 1998. 
___________O Livro dos Espíritos, 1ª edição comemorativa do sesquicentenário, Tradução de Evandro Noleto Bezerra, FEB, Rio de Janeiro, 2006. 
ROUSSEAU, J.J.; Emílio ou Da Educação; tradução Roberto Leal Ferreira, 3ª edição, São Paulo, Martins Fontes, 2004. 
WEBER, Max. A Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo. São Paulo, Martin Claret. 4ª edição, 2001. 

XAVIER, F.C.; Boa Nova, capítulo Maria de Magdala, pelo Espírito Humberto de Campos; FEB; 3ª edição, Rio de Janeiro, 2008.

Aprenda, ensine, compartilhe, divulgue!


4ª Semana

Hora da Prece - domingo

Conversamos sobre a mensagem do Livro Fonte Viva - Emmanuel & Chico Xavier

Recebeste Luz?
Recebeste a luz?
“Recebestes o Espírito Santo quando crestes?”  
(Atos dos Apóstolos, 19:2) 
O  católico  recolhe  o  sacramento  do  batismo  e  ganha  um  selo  para identificação pessoal na estatística da Igreja a que pertence.
O reformista das letras evangélicas entra no mesmo cerimonial e conquista um número no cadastro religioso do templo a que se filia.
O  espiritista  incorpora-­se  a  essa  ou  àquela  entidade  consagrada  à  nossa Doutrina Consoladora e participa verbalmente do trabalho renovador.
Todos esses aprendizes da escola cristã se reconfortam e se rejubilam.
Uns  partilham  o  contentamento  da  mesa  eucarística  que  lhes  aviva  a esperança  no  Céu; outros cantam,  em  conjunto,  exaltando  a  Divina  Bondade, aliciando  largo  material  de  estímulo  na jornada  santificante;  outros,  ainda,  se reúnem, ao redor da prece ardente, e recebem mensagens luminosas e reveladoras de emissários celestiais, que lhes consolidam a convicção na imortalidade, além...
Todas essas posições; contudo, são de proveito, consolação e vantagem.
É  imperioso  reconhecer,  porém,  que  se  a  semente  é  auxiliada  pela adubação, pela água e pelo sol, é obrigado a trabalhar, dentro de si mesma, a fim de produzir.
Medita,  pois,  na  sublimidade  da  indagação  apostólica:  —  “Recebeste  o Espírito Santo quando creste?”
Vale-­te  da revelação  com  que  a  fé  te  beneficia  e  santifica  o  teu  caminho, espalhando o bem.
Tua  vida  pode  converter-se  num  manancial  de  bênçãos  para  os  outros  e para tua alma,  se  te aplicares,  em  verdade,  ao  Mestre do Amor.  Lembra­te  de  que não és tu quem espera pela Divina Luz. É a Divina Luz, força do Céu ao teu lado, que permanece esperando por ti.


O Estudo do Livro dos Espíritos 
Lemos,perguntamos,respondemos, estudamos as questões 474 e 475.
Questão 499
Veja o comentário pelo Espírito Miramez, no livro Filosofia Espírita

Questão 500
Veja o comentário pelo Espírito Miramez, no livro Filosofia Espírita

Questão 501
Veja o comentário  pelo Espírito Miramez, no livro Filosofia Espírita

O Atendimento Espiritual, que consiste no Atendimento Fraterno, Estudo e exposição dialogada do Evangelho Segundo O Espiritismo, Passe e água magnetizada.
Conversamos sobre o Evangelho

 Cap. 18 – Muitos os chamados, poucos os escolhidos - Itens 06 a 09
            6 – Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor, entrará no Reino dos Céus, mas sim o que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus, esse entrará no Reino dos Céus. Muitos me dirão, naquele dia: Senhor, Senhor, não é assim que profetizamos em teu nome, e em teu nome expelimos os demônios, e em teu nome obramos muitos prodígios? E eu então lhes direi, em voz bem inteligível: Pois eu nunca vos conheci; apartai-vos de mim, os que obrais a iniqüidade. (Mateus, VII: 21-23).
            7 – Todo aquele, pois,que ouve estas minhas palavras, e as observa, será comparado ao homem sábio, que edificou a sua casa sobre a rocha. E veio a chuva, e transbordaram os rios, e assopraram os ventos, e combateram aquela casa, e ela não caiu, porque estava fundada sobre a rocha. E todo o que ouve estas minhas palavras, e não as observa, será comparado ao homem insensato, que edificou a sua casa sobre a areia. E veio a chuva, e transbordaram os rios, e assopraram os ventos, e combateram aquela casa, e ela caiu, e foi grande a sua ruína. (Mateus, VII: 24-27 e semelhante em Lucas, VI: 46-49).
            8 – Aquele, pois, que quebrar um destes mínimos mandamentos, e que assim ensinar aos homens, será chamado mui pequeno no Reino dos Céus; mas o que os guardar, e ensinar a guardá-los, esse será reputado grande no Reino dos Céus. (Mateus, V: 19).
             9 – Todos os que confessam a missão de Jesus, dizem: Senhor, Senhor! Mas de que vale chamá-lo Mestre ou Senhor, quando não se seguem os seus preceitos? São cristãos esses que o honram através de atos exteriores de devoção, e ao mesmo tempo sacrificam no altar do egoísmo, do orgulho, da cupidez e de todas as suas paixões? São seus discípulos esses que passam os dias a rezar, e não se tornam melhores, nem mais caridosos, nem mais indulgentes para com os seus semelhantes? Não, porque, à semelhança dos fariseus, têm a prece nos lábios e não no coração. Servindo-se apenas das formas, podem impor-se aos homens, mas não a Deus. É em vão que dirão a Jesus: “Senhor, nós profetizamos, ou seja, ensinamos em vosso nome; expulsamos os demônios em vosso nome; comemos e bebemos convosco!” Ele lhes responderá: “Não sei quem sois. Retirai-vos de mim, vós que cometeis iniqüidade, que desmentis as vossas palavras pelas ações, que caluniais o próximo, que espoliais as viúvas e cometeis adultério! Retirai-vos de mim, vós, cujo coração destila ódio e fel, vós que derramais o sangue de vossos irmãos em meu nome, que fazeis correrem as lágrimas em vez de secá-las! Para vós, haverá choro e ranger de dentes, pois o Reino de Deus é para os que são mansos, humildes e caridosos. Não espereis dobrar a justiça do Senhor pela multiplicidade de vossas palavras e de vossas genuflexões. A única via que está aberta, para alcançardes a graça em sua presença, é a da prática sincera da lei do amor e da caridade.”
            As palavras de Jesus são eternas, porque são as verdades. Não são somente as salvaguardas da vida celeste, mas também o penhor da paz, da tranqüilidade e da estabilidade do homem entre as coisas da vida terrena. Eis porque todas as instruções humanas, políticas, sociais e religiosas, que se apoiarem nas suas palavras, serão estáveis como a casa construída sobre a pedra. Os homens as conservarão, porque nelas encontrarão a sua felicidade. Mas aquelas que se apoiarem na sua violação, serão como a casa construída sobre a areia: o vento das revoluções e o rio do progresso as levarão de roldão.



3ª Semana
O Estudo do Livro dos Espíritos 
Lemos,perguntamos,respondemos, estudamos as questões 474 e 475.
Questão 496
Veja o comentário pelo Espírito Miramez, no livro Filosofia Espírita

Questão 497
Veja o comentário pelo Espírito Miramez, no livro Filosofia Espírita

Questão 498
Veja o comentário  pelo Espírito Miramez, no livro Filosofia Espírita


O Atendimento Espiritual, que consiste no Atendimento Fraterno, Estudo e exposição dialogada do Evangelho Segundo O Espiritismo, Passe e água magnetizada.
Conversamos sobre o Evangelho


Esta semana postaremos o texto, desde já  agradecemos a https://evangelhoespirita.wordpress.com,   e também a Palestra A Porta Estreita com Ântonio Carlos de Souza.



A Porta Estreita

            3 – Entrai pela porta estreita, porque larga é a porta, e espaçoso o caminho que leva à perdição, e muitos são os que entram por ela. Que estreita é a porta, e que apertado o caminho que leva para a vida, e quão poucos são os que acertam com ela! (Mateus, VII: 13-14).
            4 – E perguntou-lhe alguém: Senhor, são poucos, então, os que se salvam? E ele lhes disse: Porfiai por entrar pela porta estreita, porque vos digo que muitos procurarão entrar e não o poderão. E quando o pai de família tiver entrado, e fechado à porta, vós estareis de fora, e começareis a bater à porta, dizendo: Abre-nos, Senhor! E ele vos responderá, dizendo: Não sei de onde sois. Então começareis a dizer: Nós somos aqueles que, em tua presença, comemos e bebemos, a quem ensinaste nas nossas praças. E ele vos responderá: Não sei de onde sois; apartai-vos de mim todos os que obrais a iniqüidade. Ali será o choro e o ranger de dentes, quando virdes que Abrão, e Isaac e Jacó, e todos os profetas, estão no Reino de Deus, e que vós ficais fora dele, excluídos. E virão do oriente e do ocidente, e do setentrião e do meio-dia, muitos que se assentarão à mesa do Reino de Deus. E então os que são últimos serão os primeiros,e os que são os primeiros serão os últimos. (Lucas, XII: 23-30).
            5 – A porta da perdição é larga, porque as más paixões são numerosas e o caminho do mal é o mais freqüentado. A da salvação é estreita porque o homem que deseja transpô-la deve fazer grandes esforços para vencer as suas más tendências, e poucos se resignam a isso. Completa-se a máxima: São muitos os chamados e poucos os escolhidos.
            Esse é o estado atual da humanidade terrena, porque, sendo a Terra um mundo de expiações, nela predomina o mal. Quando estiver transformada, o caminho do bem será o mais freqüentado. Devemos entender essas palavras, portanto, em sentido relativo e não absoluto. Se esse tivesse de ser o estado normal da humanidade, Deus teria voluntariamente condenado à perdição a imensa maioria das criaturas, suposição inadmissível, desde que se reconheça que Deus é todo justiça e todo bondade.
            Mas quais as faltas de que esta humanidade seria culpada, para merecer uma sorte tão triste, no presente e no futuro, se toda ela estivesse na Terra e a alma não tivesse outras experiências? Por que tantos escolhos semeados no seu caminho? Por que essa porta tão estreita,que apenas a um pequeno número é dado transpor, se a sorte da alma está definitivamente fixada, após a morte? É assim que, com a unicidade da existência, estamos incessantemente em contradição com nós mesmos e com a justiça de Deus. Com a anterioridade da alma e a pluralidade dos mundos, o horizonte se alarga, iluminam se os pontos mais obscuros da fé, o presente e o futuro se mostram solidários com o passado, e somente assim podemos compreender toda a profundidade, toda a verdade e toda a sabedoria das máximas do Cristo.
Vejamos a palestra:


Palestra Pública

Na sexta-feira conversaremos sobre  Pena de Morte na Visão Espírita


 Pena de morte na visão Espírita -                            Leonardo Liscano









2ª Semana

Nessa semana acontecerá o Tributo a Chico Xavier.
Postaremos as atividades no decorrer da semana.
Os temas que conversaremos e aprenderemos serão todos en torno desse homem que para nós é um exemplo.





1ª Semana




O Atendimento Espiritual, que consiste no Atendimento Fraterno, Estudo e exposição dialogada do Evangelho Segundo O Espiritismo, Passe e água magnetizada.
Conversamos sobre o Evangelho


Esta semana postaremos o texto, desde já  agradecemos a https://evangelhoespirita.wordpress.com,   e também o vídeo com o comentário dessa passagem por Haroldo Dutra.

Cap. XVII - Muitos os Chamados, poucos os escolhidos. Itens 1 e 2

Parábola da Festa de Núpcias  
            1 – E respondendo Jesus, lhes tornou a falar segunda vez em parábolas, dizendo: O Reino dos Céus é semelhante a um rei, que desejando fazer as bodas a seu filho, mandou os seus servos a chamar os convidados para a bodas, mas eles recusaram ir. Enviou de novo outros servos, com este recado aos convidados: Eis aqui tenho preparado o meu banquete, os meus touros e os animais cevados estão já mortos, e tudo está pronto; vinde às bodas. Mas eles desprezaram o convite, e se foram, um para a sua casa de campo,  outro para o seu tráfico. Outros porém, lançaram mão dos servos que ele enviara, e depois de os haverem ultrajado, os mataram. Mas o rei, tendo ouvido isto, se irou; e tendo feito marchar seus exércitos, acabou com aqueles homicidas, e pôs fogo à sua cidade. Então disse  aos seus servos: As bodas com efeito estão aparelhadas, mas os que foram convidados não foram dignos de se acharem no banquete. Ide pois às saídas das ruas, e a quantos achardes, convidai-os para as bodas. E tenho os seus servos pelas ruas, congregaram todos os que acharam, maus e bons; e ficou cheia de convidados a sala do banquete de bodas. Entrou depois o rei para ver os que estavam à Mesa, e viu ali um homem que não estava vestido com veste nupcial. E disse-lhe: Amigo, como entraste aqui, não tendo veste nupcial? Mas ele emudeceu. Então disse o rei aos seus ministros: Atai-o de pés e mãos e lançai-o nas trevas exteriores: aí haverá choro e ranger de dentes. Porque são muitos os chamados e poucos os escolhidos. (Mateus, XXII: 1-4)
            2 – O incrédulo ri desta parábola, que lhe parece de uma pueril ingenuidade, pois não admite que haja tantas dificuldades para realização de um banquete, e ainda mais quando os convidados chegam a ponto de massacrar os enviados do dono da casa. “As parábolas – diz ele – são naturalmente alegorias, mas não devem passar os limites do possível”.
            O mesmo se pode dizer de todas as alegorias, das fábulas mais engenhosas, se não lhes descobrimos o sentido oculto. Jesus se inspirava nas usanças mais comuns da vida, e adaptava as suas parábolas aos costumes e ao caráter do povo a que se dirigia. A maioria delas tinha por fim fazer penetrar nas massas populares a idéia da vida espiritual; e seu sentido só parece incompreensível para os que não se colocam nesse ponto de vista.
            Nesta parábola, por exemplo, Jesus compara o Reino dos Céus, onde tudo é felicidade e alegria, a uma festa nupcial. Os primeiros convidados são os judeus, que Deus havia chamado em primeiro lugar para o conhecimento da sua lei. Os enviados do rei são os profetas, que convidaram os judeus a seguir o caminho da verdadeira felicidade, mas cujas palavras foram pouco ouvidas, cujas advertências foram desprezadas, e muitos deles foram mesmo massacrados, como os servos da parábola. Os convidados que deixam de comparecer, alegando que tinham de cuidar de seus campos e de seus negócios, representam as pessoas mundanas, que, absorvidas pelas coisas terrenas, mostram-se indiferentes para as coisas celestes.
            Acreditavam os judeus de então que a sua nação devia conquistar a supremacia sobre todas as outras. Pois não havia Deus prometido a Abraão que a sua posterioridade cobriria a Terra inteira? Tomando sempre a forma pelo fundo, eles se julgavam destinados a uma dominação efetiva, no plano material.
            Antes da vinda do Cristo, com exceção dos hebreus, todos os povos eram politeístas e idólatras. Se alguns homens superiores haviam atingido a idéia da unidade divina, essa idéia entretanto permanecia como sistema pessoal, pois em nenhuma parte foi aceita como verdade fundamental, a não ser por alguns iniciados, que ocultavam os seus conhecimentos sob formas misteriosas, impenetráveis à compreensão do povo. Os judeus foram os primeiros que praticaram publicamente o monoteísmo. Foi a eles que Deus transmitiu a sua lei; primeiro através de Moisés, depois através de Jesus. Desse pequeno foco partiu a luz que devia expandir-se pelo mundo inteiro, triunfar do paganismo e dar a Abraão uma posterioridade espiritual“tão numerosa como as estrelas do firmamento”.
            Mas os judeus, embora repelindo a idolatria, haviam negligenciado a lei moral, para se dedicar à prática mais fácil do culto exterior. O mal chegara ao cúmulo: a nação, dominada pelos romanos, estava esfacelada pelas facções, dividida pelas seitas; a própria incredulidade havia atingido até mesmo o santuário. Foi então que Jesus apareceu, enviado para chamá-los à observação da lei e para abrir-lhes os novos horizontes da vida futura. Primeiros convidados ao banquete da fé universal, eles repeliram, porém, as palavras do celeste Messias, e o sacrificaram. Foi assim que perderam o fruto que deviam colher da sua própria iniciativa.
            Seria injusto, entretanto, acusar o povo inteiro por essa situação. A responsabilidade coube principalmente aos fariseus e aos saduceus, que puseram a nação a perder, os primeiros pelo seu orgulho e fanatismo, e os segundos pela sua incredulidade. São eles, sobretudo, que Jesus compara aos convidados que se negaram a comparecer ao banquete de núpcias, e acrescenta que o rei, vendo isso, mandou convidar a todos os que fossem encontrados nas ruas, bons e maus. Fazia entender assim que a palavra seria pregada a todos os outros povos, pagãos e idólatras, e que estes, aceitando-a, seriam admitidos à festa de núpcias em lugar dos primeiros convidados.
            Mas não basta ser convidado; não basta dizer-se cristão, nem tampouco sentar-se à mesa para participar do banquete celeste. E necessário, antes de tudo, e como condição expressa, vestir a túnica nupcial, ou seja, purificar o coração e praticar a lei segundo o espírito, pois essa lei se encontra inteira nestas palavras:Fora da caridade não há salvação. Mas entre todos os que ouvem a palavra divina, quão poucos são os que guardam e a aproveitam! Quão poucos se tornam dignos de entrar no Reino dos Céus! Foi por isso que Jesus disse: Muitos serão os chamados e poucos os escolhidos.
Comentários
Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=aOZn2fAt80U
Palestra Pública

Na sexta-feira conversaremos sobre  Cura e Pensamento


Estás doente? 
                                                      
                                                     “E  a  oração  da  fé  salvará  o  doente,  e  o  Senhor  o levantará.”                                                                                                                                              (Tiago, 5:15) 

Todas  as  criaturas  humanas  adoecem,  todavia,  são  raros  aqueles  que cogitam de cura real. 
Se te encontras enfermo, não acredites que a ação medicamentosa, através da boca ou dos poros, te possa restaurar integralmente. 
O  comprimido  ajuda,  a  injeção  melhora,  entretanto,  nunca  te  esqueças  de que os verdadeiros males procedem do coração. 
A mente é fonte criadora. 
A vida, pouco a pouco, plasma em torno de teus passos aquilo que desejas. 
De  que  vale  a  medicação  exterior,  se  prossegues  triste,  acabrunhado  ou insubmisso? 
De  outras  vezes,  pedes  o  socorro  de  médicos  humanos  ou  de  benfeitores espirituais,  mas,  ao surgirem  as  primeiras  melhoras,  abandonas  o  remédio  ou  o conselho salutar e voltas aos mesmos abusos que te conduziram à enfermidade. 
Como regenerar a saúde, se perdes longas horas na posição da cólera ou do desânimo? A indignação rara, quando justa e construtiva no interesse geral, é sempre um bem, quando sabemos orientá­la em serviços de elevação; contudo, a indignação diária, a  propósito  de tudo,  de  todos  e  de  nós  mesmos,  é  um hábito  pernicioso,  de conseqüências imprevisíveis. 
O desalento, por sua vez, é clima anestesiante, que entorpece e destrói. 
E  que  falar  da  maledicência  ou  da  inutilidade,  com  as  quais  despendes tempo valioso e longo em conversação infrutífera, extinguindo as tuas forças? 
Que gênio milagroso te doará o equilíbrio orgânico, se não sabes calar, nem desculpar,  se  não ajudas,  nem  compreendes,  se  não  te  humilhas  para  os  desígnios superiores, nem procuras harmonia com os homens? 
Por  mais  se  apressem  socorristas  da  Terra  e  do  Plano  Espiritual,  em  teu favor, devoras as próprias energias, vítima imprevidente do suicídio indireto. 
Se estás doente, meu amigo.. acima de qualquer medicação, aprende a orar e a entender, a auxiliar e a preparar o coração para Grande Mudança. 
Desapega­-te  de  bens  transitórios  que  te  foram  emprestados  pelo  Poder Divino,  de  acordo  com a  Lei  do  Uso,  e  lembra­-te  de  que  serás,  agora  ou  depois, reconduzido à Vida Maior, onde encontramos sempre a própria consciência. 
Foge à brutalidade. 
Enriquece os teus fatores de simpatia pessoal, pela prática do amor fraterno. 
Busca a intimidade com a sabedoria, pelo estudo e pela meditação. 
Não manches teu caminho. 

Serve sempre.
Estás doente?
Fonte Viva, pelo Espírito Emmanuel, psicografia de Francisco Cândido Xavier

CURA E PENSAMENTO - RAUL TEIXEIRA


Agradecimento a Rede Amigo Espírita.




Mês de Agosto


4ª Semana

Hora da Prece - domingo

Conversamos sobre a mensagem do Livro Vinha de Luz - Emmanuel & Chico Xavier

Procuremos



O Estudo do Livro dos Espíritos 
Lemos,perguntamos,respondemos, estudamos as questões 474 e 475.
Questão 493
Veja o comentário pelo Espírito Miramez, no livro Filosofia Espírita

Questão 494
Veja o comentário pelo Espírito Miramez, no livro Filosofia Espírita

Questão 495
Veja o comentário  pelo Espírito Miramez, no livro Filosofia Espírita

O Atendimento Espiritual, que consiste no Atendimento Fraterno, Estudo e exposição dialogada do Evangelho Segundo O Espiritismo, Passe e água magnetizada.
Conversamos sobre o Evangelho

A partir dessa semana postaremos o texto, desde já  agradecemos a https://evangelhoespirita.wordpress.com,   e também o áudio de cada tópico, nossos agradecimentos a https://soundcloud.com/audioespirita 

 Cap. 17 – SEDES PERFEITOS - Itens 10 e 11
UM ESPÍRITO PROTETOR
Bordeaux, 1863
            10 – Um sentimento de piedade deve sempre animar o coração daqueles que se reúnem sob o olhar do Senhor, implorando a assistência dos Bons Espíritos. Purificai, portanto, os vossos corações.Não deixeis que pensamentos fúteis ou mundanos os perturbem. Elevai o  vosso espírito para aqueles a quem chamais, a fim de que eles possam, encontrando em vós as disposições favoráveis, lançar em profusão as sementes que devem germinar os vossos corações, para neles produzir os frutos da caridade e da justiça.
            Não penseis, porém, que aos vos exortar incessantemente à prece e à evocação mental, queiramos levar-vos a viver uma vida mística, que vos mantenha fora das leis da sociedade em que estais condenados a viver. Não. Vivei com os homens do vosso tempo, como devem viver os homens; sacrificai-vos às necessidades, e até mesmo às frivolidades de cada dia, mas fazei-o com um sentimento de pureza que as possa santificar.
            Fostes chamados ao contato de espíritos de naturezas diversas, de caracteres antagônicos: não melindreis a nenhum daqueles com quem vos encontrardes. Estai sempre alegres e contentes, mas com a alegria de uma boa consciência e a ventura do herdeiro do céu, que conta os dias que o aproximam de sua herança.
            A virtude não consiste numa aparência severa e lúgubre, ou em repelir os prazeres que a condição humana permite. Basta referir todos os vossos atos ao Criador, que vos deu a vida. Basta, ao começar ou acabar uma tarefa, que eleveis o pensamento ao Criador, pedindo-lhe, num impulso da alma, a sua proteção para executá-la ou a sua benção para a obra acabada. Ao fazer qualquer coisa, voltai vosso pensamento à fonte suprema; nada façais sem que a lembrança de Deus venta purificar e santificar os vossos atos.
            A perfeição, como disse o Cristo, encontra-se inteiramente na prática da caridade sem limites, pois os deveres da caridade abrangem todas as posições sociais, desde a mais íntima até a mais elevada. O homem que vivesse isolado não teria como exercer a caridade. Somente no contato com os semelhantes, nas lutas mais penosas, ele encontra a ocasião de praticá-la. Aquele que se isola, portanto, priva-se voluntariamente do mais poderoso meio de perfeição: só tendo de pensar em si, sua vida é a de um egoísta. (Ver cap. V. nº 26)
            Não imagineis, portanto, que para viver em constante comunicação conosco, para viver sob o olhar do Senhor, seja preciso entregar-se ao cilício e cobrir-se de cinzas. Não, não, ainda uma vez: não! Sede felizes no quadro das necessidades humanas, mas que na vossa felicidade não entre jamais um pensamento ou um ato que possa ofender a Deus, ou fazer que se vele a face dos que vos amam e vos dirigem.



Hora da Prece - domingo

Conversamos sobre a mensagem do Livro Fonte Viva - Emmanuel & Chico Xavier


Palavras da vida eterna

“Tu tens as palavras da vida eterna.”  
Simão Pedro (João, 6:68) 

Rodeiam-­te as palavras, em todas as fases da luta e em todos os ângulos do caminho.
Frases respeitáveis que se referem aos teus deveres.
Verbo amigo trazido por dedicações que te reanimam e consolam.
Opiniões acerca de assuntos que te não dizem respeito.
Sugestões de variadas origens.
Preleções valiosas.
Discursos vazios que os teus ouvidos lançam ao vento.
Palavras faladas... palavras escritas...
Dentre as expressões verbalistas articuladas ou silenciosas, junto das quais a tua mente se desenvolve, encontrarás, porém, as palavras da vida eterna.
Guarda teu coração à escuta.
Nascem do amor insondável do Cristo, como a água pura do seio imenso da Terra.
Muitas  vezes  te  manténs  despercebido  e  não  lhes  assinalas  o  aviso,  o cântico, a lição e a beleza.
Vigia no mundo, isolado de ti mesmo, para que lhes não percas o sabor e a claridade.
Exortam-­te a considerar a grandeza de Deus e a viver de conformidade com as Suas Leis.
Referem-­se ao Planeta como sendo nosso lar e à Humanidade como sendo a nossa família.
Revelam no amor o laço que nos une a todos.
Indicam no trabalho o nosso roteiro de evolução e aperfeiçoamento.
Descerram os horizontes divinos da vida e ensinam ­nos a levantar os olhos
para o mais alto e para o mais além.
"Palavras, palavras, palavras..."
Esquece aquelas que te incitam à inutilidade, aproveita quantas te mostram as  obrigações  justas  e te ensinam  a  engrandecer  a  existência,  mas  não  olvides  as frases que te acordam para a luz e para o bem; elas podem penetrar o nosso coração, através de um amigo, de uma carta, de uma página ou de um livro, mas, no fundo, procedem sempre de Jesus, o Divino Amigo das Criaturas.
Retém  contigo  as  palavras  da  vida  eterna,  porque  são  as  santificadoras  do espírito, na experiência de cada dia, e, sobretudo, o nosso seguro apoio mental nas horas difíceis das grandes renovações

O Estudo do Livro dos Espíritos 
Lemos,perguntamos,respondemos, estudamos as questões 474 e 475.
Questão 490
Veja o comentário pelo Espírito Miramez, no livro Filosofia Espírita

Questão 491
Veja o comentário pelo Espírito Miramez, no livro Filosofia Espírita

Questão 492
Veja o comentário  pelo Espírito Miramez, no livro Filosofia Espírita

O Atendimento Espiritual, que consiste no Atendimento Fraterno, Estudo e exposição dialogada do Evangelho Segundo O Espiritismo, Passe e água magnetizada.
Conversamos sobre o Evangelho

A partir dessa semana postaremos o texto, desde já  agradecemos a https://evangelhoespirita.wordpress.com
e também o áudio de cada tópico, nossos agradecimentos a https://soundcloud.com/audioespirita 

Cap. 17 – SEDES PERFEITOS - Itens 7 a 9 

I – O Dever


LÁZARO
Paris, 1863
            7 – O dever é a obrigação moral, primeiro para consigo mesmo, e depois para com os outros. O dever é a lei da vida: encontramo-lo nos mínimos detalhes, como nos atos mais elevados. Quero falar aqui somente do dever moral, e não do que se refere às profissões.
            Na ordem dos sentimentos, o dever é muito difícil de ser cumprido, porque se encontra em antagonismo com as seduções do interesse e do coração. Suas vitórias não têm testemunhas, e suas derrotas não sofrem repressão. O dever íntimo do homem está entregue ao seu livre arbítrio: o aguilhão da consciência, esse guardião da probidade interior, o adverte e sustenta, mas ele se mostra freqüentemente impotente diante dos sofismas da paixão. O dever do coração, fielmente observado, eleva o homem. Mas como precisar esse dever? Onde ele começa? Onde acaba? O dever começa precisamente no ponto em que ameaçais a felicidade ou a tranqüilidade do vosso próximo, e termina no limite que não desejaríeis ver transposto em relação a vós mesmos.
            Deus criou todos os homens iguais para a dor; pequenos ou grandes, ignorantes ou instruídos, sofrem todos pelos mesmos motivos, a fim de que cada um pese judiciosamente o mal que pode fazer. Não existe o mesmo critério para o bem, que é infinitamente mais variado nas suas expressões. A igualdade em relação à dor é uma sublime previsão de Deus, que quer que os seus filhos, instruídos pela experiência comum, não cometam o mal desculpando-se com a ignorância dos seus efeitos.
            O dever é o resumo prático de todas as especulações morais. É uma intrepidez da alma, que enfrenta as angústias da luta. É austero e dócil, pronto a dobrar-se às mais diversas complicações, mas permanecendo inflexível diante de suas tentações. O homem que cumpre o seu dever ama a Deus mais que as criaturas, e as criaturas mais que a si mesmo; é a um só tempo, juiz e escravo na sua própria causa.
            O dever é o mais belo galardão da razão; ele nasce dela, como o filho nasce da mãe. O homem deve amar o dever, não porque ele o preserve dos males da vida, aos quais a humanidade não pode subtrair-se, mas porque ele transmite à alma o vigor necessário ao seu desenvolvimento.
            O dever se engrandece e esplende, sob uma forma sempre mais elevada, em cada uma das etapas superiores da humanidade. A  obrigação moral da criatura para com Deus jamais cessa, porque ela deve refletir as virtudes do Eterno, que não aceita um esboço imperfeito, mas deseja que a grandeza da sua obra resplandeça aos seus olhos.

Fonte: https://soundcloud.com/audioespirita

FRANÇOIS-NICOLAS-MADELEINE
Paris, 1863
            8 – A virtude, no seu grau mais elevado, abrange o conjunto de todas as qualidades essenciais que constituem o homem de bem. Ser bom, caridoso, trabalhador, sóbrio, modesto, são as qualidades do homem virtuoso. Infelizmente, são quase sempre acompanhadas de pequenas falhas morais, que as deslustram e enfraquecem. Aquele que faz alarde de sua virtude não é virtuoso, pois lhe falta a principal qualidade: a modéstia, e sobra-lhe o vício mais oposto: o orgulho.  A virtude realmente digna desse nome não gosta de exibir-se. Temos de adivinhá-la, mas ela se esconde na sombra, foge à admiração das multidões. São Vicente de Paulo era virtuoso. O digno Cura de Ars era virtuoso. E assim muitos outros, pouco conhecidos do mundo, mas conhecidos de Deus. Todos esses homens de bem ignoravam que eram virtuosos. Deixavam-se levar pela corrente das suas santas inspirações, e praticavam o bem com absoluto desinteresse  completo esquecimento de si mesmos.
            É para essa virtude, assim compreendida e praticada, que eu vos convido, meus filhos. Para essa virtude realmente cristã e verdadeiramente espírita, que eu vos convido a consagrar-vos. Mas afastai de vossos corações o sentimento do orgulho, da vaidade, do amor próprio, que deslustram sempre as mais belas qualidades. Não imiteis esse homem que se apresenta como modelo e se gaba das próprias qualidades, para todos os ouvidos tolerantes. Essa virtude de ostentação esconde, quase sempre, uma infinidade de pequenas torpezas e odiosas fraquezas.
            O homem que se exalta a si mesmo, que eleva estátuas à sua própria virtude, em princípio aniquila, por essa única razão, todos os méritos que efetivamente podia ter. E que direi daquele cujo valor se reduz a parecer o que não é? Compreendo perfeitamente que aquele que faz o bem sente uma satisfação íntima, no fundo do coração. Mas desde o momento em que essa satisfação se exterioriza, para provocar elogios, degenera em amor- próprio.
            Oh, vós todos, a quem a fé espírita reanimou os seus raios, e que sabeis quanto o homem se encontra longe da perfeição, jamais vos entregueis a essa estultícia! A virtude é uma graça, que desejo para todos os espíritas sinceros, mas com esta advertência: Mais vale menos virtude na modéstia, do que muitas no orgulho. Foi pelo orgulho que as humanidades se perderam sucessivamente. É pela humildade que elas um dia deverão redimir-se.
Fonte: https://soundcloud.com/audioespirita
FRANÇOIS-NICOLAS-MADELEINE
Cardeal Morlot, Paris, 1863
            9 – A autoridade, da mesma maneira que a fortuna, é uma delegação, de que se pedirá contas a quem dela foi investido. Não creias que ela seja dada satisfazer ao fútil prazer do mando, nem tampouco, segundo pensa falsamente a maioria dos poderosos da terra, como um direito ou uma propriedade. Deus, aliás, tem demonstrado suficientemente que ela não é nem uma, nem outra coisa, desde que a retira quando bem lhe apraz. Se fosse um privilégio inerente à pessoa que a exerce, seria inalienável. Ninguém pode dizer, entretanto, que uma coisa lhe pertence, quando pode ser tirada sem o seu consentimento. Deus concede autoridade a título de missão ou de prova, conforme lhe convém, e da mesma forma a retira.
            O depositário da autoridade,de qualquer extensão que esta seja, desde a do senhor sobre o escravo até a do soberano sobre o povo, não deve esquivar-se à responsabilidade de um encarregado de almas, pois responderá pela boa ou má orientação que der aos seus subordinados, e as faltas que estes puderem cometer, os vícios a que forem arrastados em conseqüência dessa orientação ou dos maus exemplos recebidos, recairão sobre ele. Da mesma maneira, colherá os frutos de sua solicitude, por conduzi-los ao bem. Todo homem tem, sobre a Terra, uma pequena ou uma grande missão. Qualquer que ela seja, sempre lhe é dada para o bem. Desviá-la, pois, do seu sentido, é fracassar no seu cumprimento.
            Se Deus pergunta ao rico: Que fizeste da fortuna que devia ser em tuas mãos uma fonte espalhando a fecundidade em seu redor? Também perguntará ao que possui alguma autoridade: Que uso fizeste dessa autoridade? Que males impediste? Que progressos impulsionaste? Se te dei subordinados, não foi para torná-los escravos da tua vontade, nem dóceis instrumentos dos teus caprichos e da tua cupidez; se te fiz forte e te confiei os fracos, foi para que os amparasses e os ajudasses a subir até mim.
            O superior que guardou as palavras do Cristo, não despreza a nenhum dos seus subordinados, porque sabe que as distinções sociais não subsistem diante de Deus. O Espiritismo lhe ensina que, se eles hoje o obedecem, na verdade já podem tê-lo dirigido, ou poderão dirigi-lo mais tarde, e que então será tratado como por sua vez os tratou.
            Se o superior tem deveres a cumprir, o inferior também os tem de sua parte, e não são menos sagrados. Se também este é espírita, sua consciência lhe dirá, ainda mais fortemente, que não está dispensado de cumpri-los, mesmo que o seu chefe não cumpra os dele, porque sabe que não deve pagar o mal com o mal, e que as faltas de uns não autorizam as de outros. Se sofre na sua posição, dirá que sem dúvida o mereceu, porque ele mesmo talvez tenha abusado outrora de sua autoridade, devendo agora sentir os inconvenientes do que fez os outros sofrerem. Se for obrigado a suportar essas posições, na falta de outra melhor, o Espiritismo lhe ensina a resignar-se a isso, como a uma prova a sua humildade, necessária ao seu adiantamento. Sua crença o guia na sua conduta: ele age como desejaria que os seus subordinados agissem com ele, caso fosse o chefe. Por isso mesmo é mais escrupuloso no cumprimento das obrigações, pois compreende que toda negligência no trabalho que lhe foi confiado será um prejuízo para aquele que o remunera, e a quem deve o seu tempo e os seus cuidados. Numa palavra, ele é guiado pelo sentimento do dever que a sua fé lhe infunde, e a certeza de que todo desvio do caminho reto será uma dívida, que terá de pagar mais cedo ou mais tarde.
Fonte: https://soundcloud.com/audioespirita

Palestra Pública

Essa semana conversaremos sobre  Depressão Infantil

Agradecemos aos nossos irmãos da Rede amigo Espírita, por disponibilizar no youtube, essa  entrevista com o Dr. Alirio de Cerqueira Filho - A Depressão Infantil e as causas espirituais




Vem aí...

2ª semana
atividades, Ceas, espiritismo
Hora da Prece no domingo
Conversamos sobre a mensagem do Livro Ceifa de Luz - Emmanuel & Chico Xavier

RENOVAÇÃO EM AMOR 
 "E vós, irmãos, não vos canseis de fazer o bem”. 
- PAULO (II Tessalonicenses, 3:13.).
Quando as crises te visitem, ante os problemas humanos, é justo medites nos princípios de causa e efeito, tanto quanto é natural reflitas no impositivo de burilamento espiritual, com que somos defrontados, entretanto, pensa igualmente na lei de renovação, capaz de trazer-nos prodígios de paz e vitória sobre nós mesmos, se nos decidimos a aceitar, construtivamente, as experiências que se nos façam precisas. 
Se atingiste a integração profunda com as bênçãos da vida, considera a tarefa que a Divina Providência te confiou. 
Deus não nos envia problemas de que não estejamos necessitados.  Aceitação e paciência, sem fuga ao trabalho, são quase sempre a metade do êxito em  qualquer teste a que estejamos submetidos, em nosso proveito próprio. 
Se qualquer tempo é suscetível de ser ocasião para resgate e reajuste, todo dia é também 
oportunidade de recomeçar, reaprender, instruir ou reerguer. 
O amor que estejamos acrescentando à obrigação que nos cabe cumprir, é sempre plantação de felicidade para nós mesmos. 
Onde estiveres e como estiveres, nas áreas da dificuldade, dá-te à serenidade e ao espírito de serviço e entenderás, com facilidade, que o amor cobre realmente a multidão de nossas faltas, apressando, em nosso favor, a desejada conquista de paz e libertação. 
Emmanuel

O Estudo do Livro dos Espíritos 
Lemos,perguntamos,respondemos, estudamos as questões 474 e 475.
Questão 487
Veja o comentário pelo Espírito Miramez, no livro Filosofia Espírita

Questão 488
Veja o comentário pelo Espírito Miramez, no livro Filosofia Espírita

Questão 489
Veja o comentário  pelo Espírito Miramez, no livro Filosofia Espírita


O Atendimento Espiritual, que consiste no Atendimento Fraterno, Estudo e exposição dialogada do Evangelho Segundo O Espiritismo, Passe e água magnetizada.
Conversamos sobre o Evangelho

Cap. 17 – SEDES PERFEITOS - Itens 5 e 6 - Parábola do semeador 



                                                                   
                  E saiu o semeador a semear...


Palestra Pública

Essa semana conversaremos sobre Perdão

Agradecemos aos nosso irmão Nazareno Feitosa, por disponibilizar no youtube, essa  palestra tão elucidativa sobre AutoPerdão: Felicidade Sem Culpa. Auto-Obsessão











1ª semana
atividades,programação da semana, ceas, espitirismo


Hora da Prece no domingo
Conversamos sobre a mensagem do Livro Paz e Renovação - Emmanuel & Chico Xavier

PROFILAXIA DA ALMA

De múltiplos modos, enxergamos a intervenção dos outros na salvação alheia, quando o
perigo ameaça.
                                                                   ***
Bombeiros, aqui e além, arrebatam criaturas ao império do incêndio, repondo-as em
segurança.
***
Médicos se devotam a enfermos, preservando-lhes a vida.
***
Em todos os recantos da Terra, guardiões dedicados das vias públicas arrancam à morte
legiões de pessoas, todos os dias.
***
Um amigo acompanha outro amigo em dificuldade, caminha com ele, durante algum
tempo, amparando-lhe os compromissos e livra-lhe o passo de precipitação em falência.
***
E, entre o Plano Espiritual e o Plano Físico, nós, os desencarnados observamos,de
maneira incessante, os testemunhos de solidariedade e carinho de amigos inúmeros,
domiciliados no Mais Além, que se empenham no auxílio aos companheiros que deixaram
no mundo. E isso ocorre, nos menores setores da vivência terrestre.
***
Aqui, é preciso suplementar a cautela de alguém, alertando-lhe a memória para fechar o
gás ou desligar a força elétrica, prevenindo acidentes; ali, é necessário escoltar uma
criança, pelos fios intangíveis do pensamento, frustrando-lhe quedas fatais;além, é
forçoso socorrer um motorista descuidado, induzindo-0 a verificar essa ou aquela peça do
carro de que vai servir coibindo desastre possível;mais adiante, é indispensável sugerir a
determinados companheiros, em divertimento, a cessação de pequenos abusos,
suscetíveis de impulsioná-los a processos de obsessão.
***
De múltiplos modos, - repetimos,- anotamos o amor e a fraternidade operando salvação
alheia, entretanto, para que não venhamos a tombar nas trevas da ira ou do ódio, do
orgulho ou da crueldade, só conhecemos um tipo de profilaxia espiritual: cada criatura
deve orar, asserenar-se, abençoar os semelhantes, compreender que todos somos
necessitados da Misericórdia Divina e resguardar a si mesma.
Emmanuel

O Estudo do Livro dos Espíritos 
Lemos,perguntamos,respondemos, estudamos as questões 474 e 475.
Questão 483
Veja o comentário pelo Espírito Miramez, no livro Filosofia Espírita

Questão 484
Veja o comentário pelo Espírito Miramez, no livro Filosofia Espírita

Questão 485
Veja o comentário pelo Espírito Miramez, no livro Filosofia Espírita

Questão 486
Veja o comentário pelo Espírito Miramez, no livro Filosofia Espírita

Fonte:http://www.olivrodosespiritoscomentado.com/


O Atendimento Espiritual, que consiste no Atendimento Fraterno, Estudo e exposição dialogada do Evangelho Segundo O Espiritismo, Passe e água magnetizada.
Conversamos sobre o Evangelho

Cap. 17 – SEDES PERFEITOS - https://evangelhoespirita.wordpress.com/capitulos-1-a-27/cap-17-sede-perfeitos/caracteres-da-perfeicao/


Fonte:https://evangelhoespirita.wordpress.com

Palestra Pública
Essa semana conversaremos sobre Os Prazeres da Alma
Agradecemos aos nossos irmãos do Centro Espírita Jesus de Nazaré, por disponibilizar no youtube, essas palestra de Thiago Ramos sobre o tema apresentado.








Mês de Julho
O Atendimento Espiritual, que consiste no Atendimento Fraterno, Estudo e exposição dialogada do Evangelho Segundo O Espiritismo, Passe e água magnetizada.
Conversamos sobre o Evangelho

Cap. 16 – SERVIR A DEUS E A MAMON - Emprego da Fortuna. Despreendimento dos bens Terrenos








O Atendimento Espiritual, que consiste no Atendimento Fraterno, Estudo e exposição dialogada do Evangelho Segundo O Espiritismo, Passe e água magnetizada.
Conversamos sobre o Evangelho

Cap. 16 – SERVIR A DEUS E A MAMON - Utilidade Providencial da Fortuna. Desigualdade das Riquezas. A verdadeira propriedade.



Hora da Prece no domingo
Conversamos sobre a mensagem do Livro Pão Nosso - Emmanuel & Chico Xavier

Responder

“A vossa palavra seja sempre agradável, temperada com
sal, para que saibais como responder a cada um.”
Paulo (Colossenses, 4:6)
O  ato  de  responder  proveitosamente  a  inteligências  heterogêneas  exige
qualidades superiores que o homem deve esforçar­se por adquirir.
Nem  todos  os  argumentos  podem  ser  endereçados,  indistintamente,  à
coletividade  dos  companheiros  que  lutam  entre  si,  nas  tarefas  evolutivas  e
redentoras. Necessário redargüir, com acerto, a cada um. Ao que lida no campo, não
devemos retrucar mencionando espetáculos da cidade; ao que comenta dificuldades
ásperas do caminho individualista, não se replicará com informações científicas de
alta envergadura.
Primeiramente, é imprescindível não desagradar a quem ouve, temperando
a  atitude  verbal  com  a legítima  compreensão  dos  problemas  da  vida,  constituindo­
nos  um  dever  contribuir  para  que  os  desviados  da  simplicidade  e  da  utilidade  se
reajustem.
Toda  resposta  em  assunto  importante  é  remédio.  É  indispensável  saber
dosá­lo,  com  vista  aos  efeitos.  Cada  criatura  tolerará,  com  benefício,  determinada
dinamização.  As  próprias  soluções  da  verdade  e  do  amor  não  devem  ser
administradas sem esse critério.
Aplicada em porções inadequadas, a verdade poderá destruir, tanto quanto
o amor costuma perder...
Ainda que sejas interpelado pelo maior malfeitor do mundo, deves guardar
uma atitude agradável e digna para informar ou esclarecer. Saber responder é virtude
do quadro da sabedoria celestial. Em favor de ti mesmo, não olvides o melhor modo
de atender a cada um.
O Estudo do Livro dos Espíritos 
Lemos,perguntamos,respondemos, estudamos as questões 474 e 475.
Questão 480
Veja o comentário pelo Espírito Miramez, no livro Filosofia Espírita

Questão 481
Veja o comentário pelo Espírito Miramez, no livro Filosofia Espírita

Fonte:http://www.olivrodosespiritoscomentado.com/

O Atendimento Espiritual, que consiste no Atendimento Fraterno, Estudo e exposição dialogada do Evangelho Segundo O Espiritismo, Passe e água magnetizada.
Conversamos sobre o Evangelho

Cap. 16 – SERVIR A DEUS E A MAMON - Parábola do Mau Rico e Parábola dos Talentos





O Atendimento Espiritual, que consiste no Atendimento Fraterno, Estudo e exposição dialogada do Evangelho Segundo O Espiritismo, Passe e água magnetizada.
Conversamos sobre o Evangelho

Cap. 16 – SERVIR A DEUS E A MAMON - Parábola do Mau Rico e Parábola dos Talentos



Hora da Prece no domingo
Conversamos sobre a mensagem do Livro Jesus no Lar - Neio Lúcio & Chico Xavier

A visita da verdade

O Estudo do Livro dos Espíritos 
Lemos,perguntamos,respondemos, estudamos as questões 474 e 475.
Questão 478
Veja o comentário pelo Espírito Miramez, no livro Filosofia Espírita

Questão 479
Veja o comentário pelo Espírito Miramez, no livro Filosofia Espírita

Fonte:http://www.olivrodosespiritoscomentado.com/



O Atendimento Espiritual, que consiste no Atendimento Fraterno, Estudo e exposição dialogada do Evangelho Segundo O Espiritismo, Passe e água magnetizada.
Conversamos sobre o Evangelho

Cap. 16 – SERVIR A DEUS E A MAMON - Salvação dos Ricos

https://evangelhoespirita.wordpress.com/capitulos-1-a-27/cap-16-servir-a-deus-e-a-mamon/salvacao-dos-ricos/

Hora da Prece no domingo
Conversamos sobre a mensagem do Livro Vinha de Luz - Emmanuel& Chico Xavier


“Mas os cuidados deste mundo, os enganos das riquezas e as ambições doutras coisas, entrando, sufocam a palavra, que fica infrutífera.” – Jesus. (MARCOS, 4:19.)
A árvore da fé viva não cresce no coração, miraculosamente.
Qual acontece na vida comum, o Criador dá tudo, mas não prescinde do esforço da criatura.
Qualquer planta útil reclama especial atenção no desenvolvimento.
Indispensável cogitar-se do trabalho de proteção, auxílio e defesa. Estacadas, adubos, vigilância, todos os fatores de preservação devem ser postos em movimento, a fim de que o vegetal precioso atinja os fins a que se destina.
A conquista da crença edificante não é serviço de menor esforço.
A maioria das pessoas admite que a fé constitua milagrosa auréola doada a alguns espíritos privilegiados pelo favor divino.
Isso, contudo, é um equívoco de lamentáveis conseqüências.
A sublime virtude é construção do mundo interior, em cujo desdobramento cada aprendiz funciona como orientador, engenheiro e operário de si mesmo.
Não se faz possível a realização, quando excessivas ansiedades terrestres, de parceria com enganos e ambições inferiores, torturam o campo íntimo, à maneira de vermes e malfeitores, atacando a obra.
A lição do Evangelho é semente viva.
O coração humano é receptivo, tanto quanto a terra.
É imprescindível tratar a planta divina com desvelada ternura e instinto enérgico de defesa.
Há muitos perigos sutis contra ela, quais sejam os tóxicos dos maus livros, as opiniões ociosas, as discussões excitantes, o hábito de analisar os outros antes do auto-exame.
Ninguém pode, pois, em sã consciência, transferir, de modo integral, a vibração da fé ao espírito alheio, porque, realmente, isso é tarefa que compete a cada um.
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O Estudo do Livro dos Espíritos 
Lemos,perguntamos,respondemos, estudamos as questões 474 e 475.
Questão 476
Veja o comentário pelo Espírito Miramez, no livro Filosofia Espírita

Questão 477
Veja o comentário pelo Espírito Miramez, no livro Filosofia Espírita





Iniciamos a semana com o Atendimento Espiritual, que consiste no Atendimento Fraterno, Estudo e exposição dialogada do Evangelho Segundo O Espiritismo, Passe e água magnetizada.
Conversamos sobre o Evangelho

Fora Da Igreja Não Há Salvação – Fora Da Caridade Não Há Salvação

https://evangelhoespirita.wordpress.com/capitulos-1-a-27/cap-15-fora-da-caridade-nao-ha-salvacao/fora-da-igreja-nao-ha-salvacao-fora-da-caridade-nao-ha-salvacao/

Nossos agradecimento ao site:
evangelhoespirita.wordpress.com

A Hora da Prece no domingo
Conversamos sobre a mensagem do Livro Vigiai e Orai - irmão José & Carlos A Bacelli.

Quando alguém

Quando alguém te fala do passado, acautela-te.
A rigor, ninguém sabe o que foste ou o que fizeste em pregressas existências.
Muitos se referem à reencarnação, apenas para conseguirem o que desejam de ti.
Não te permitas iludir pelos que não te respeitam os sentimentos.
Infelizmente, muitos que te falam de amor no passado estão apenas pensando em sexo no presente.
Compromisso sério não se alicerça na mentira.
Não te entregues afetivamente a quem esteja compromissado com outrem.
Os espíritos superiores não se prestam a revelações levianas e nem são instrumentos para o mal.

Carlos A. Baccelli \ Irmão José
O Estudo do Livro dos Espíritos 
Lemos,perguntamos,respondemos, estudamos as questões 474 e 475.
Questão 474
Veja o comentário pelo Espírito Miramez, no livro Filosofia Espírita

Questão 475

Veja o comentário pelo Espírito Miramez, no livro Filosofia Espírita

Fonte:http://www.olivrodosespiritoscomentado.com/






Oi.
Iniciamos a semana com o estudo de O Livro dos Espíritos. Dando continuidade as questões 434 à 438 do Livro II - Capítulo VIII que versa sobre o sonambulismo.
Ainda cheios de dúvidas e questionamentos conversamos sobre o texto e obtivemos muitas respostas aos nossos questionamentos.
No próximo estudo abordaremos o tema: êxtase.
Até o próximo estudo!



Hoje (27) às 19h30 minutos teremos a Atendimento Espiritual.
TEMA:
          1  Sabes os mandamentos: não cometas adultérios; não mates; não furtes; não digas falso testemunho; não cometais fraudes; honra a teu pai e a tua mãe (Marcos, X: 19; Lucas, XVIII: 20; Mateus, XIX: 19).
            2 – Honra a teu pai e a tua mãe, para teres uma dilatada vida sobre a Terra que o Senhor teu Deus te há de dar. (Decálogo, Êxodo, XX: 12)

PIEDADE FILIAL
            3 – O mandamento: “Honra a teu pai e a tua mãe”, é uma conseqüência da lei geral da caridade e do amor ao próximo, porque não se pode amar ao próximo sem amar aos pais; mas o imperativo honraimplica um dever a mais para com eles: o da piedade filial. Deus quis demonstrar, assim, que o amor é necessário juntar o respeito, a estima, a obediência e a condescendência, o que implica a obrigação de cumprir para com eles, de maneira mais rigorosa, tudo o que a caridade determina em relação ao próximo. Esse dever se estende naturalmente às pessoas que se encontram no lugar dos pais, e cujo mérito é tanto maior, quanto o devotamento é para elas menos obrigatório. Deus pune sempre de maneira rigorosa toda violação desse mandamento.
            Honrar ao pai e à mãe não é somente respeitá-los, mas também assisti-los nas suas necessidades; proporcionando-lhes o repouso na velhice; cercá-los de solicitude, como eles fizeram por nós na infância.
            É sobretudo para com os pais sem recursos que se demonstra a verdadeira piedade filial. Satisfariam a esse mandamento os que julgam fazer muito, aos lhes darem o estritamente necessário para que não morram de fome, enquanto eles mesmos de nada se privam? Relegando-os aos piores cômodos da casa, apenas para não deixá-los na rua, e reservando para si mesmos os melhores aposentos, os mais confortáveis? E ainda bem quando tudo isso não é feito de má vontade, sendo os pais obrigados a pagar o que lhes resta da vida com a carga dos serviços domésticos! É então justo que pais velhos e fracos tenham de servir a filhos jovens e fortes? A mãe lhe teria cobrado o leite, quando ainda estavam no berço? Teria, por acaso, contado as suas noites de vigília, quando eles ficavam doentes, os seus passos para proporcionar-lhes o cuidado necessário? Não, não é só o estritamente necessário que os filhos devem aos pais pobres, mas também, tanto quanto puderem, as pequenas alegrias do supérfluo, as amabilidades, os cuidados carinhosos, que são apenas os juros do que receberam, o pagamento de uma dívida sagrada. Essa, somente, é a piedade filial aceita por Deus.
            Infeliz, portanto, aquele que se esquece da sua dívida para os que o sustentaram na infância, os que, com a vida material, lhe deram também a vida moral,  que freqüentemente se impuseram duras privações para lhe assegurar o bem-estar! Ai do ingrato, porque ele será punido pela ingratidão e o abandono; será ferido nas suas mais caras afeições, às vezes desde a vida presente, mas de maneira certa noutra existência, em que terás de sofrer o que fez os outros sofrerem!
            Certos pais, é verdade, descuidam dos seus deveres, e não são para os filhos o que deviam ser. Mas é a Deus que compete puni-los, e não aos filhos. Não cabe a estes censurá-los, pois que talvez eles mesmos fizeram por merecê-los assim. Se a caridade estabelece como lei que devemos pagar o mal com o bem, ser indulgentes para as imperfeições alheias, não maldizer do próximo, esquecer e perdoar as ofensas, e amar até mesmo os inimigos, quanto essa obrigação se faz ainda maior em relação aos pais! Os filhos, devem, por isso mesmo, tomar como regra de conduta para com os pais todos os preceitos de Jesus referentes ao próximo, e lembrar que todo procedimento condenável em relação aos estranhos, mais condenável se torna para com os pais. Devem lembrar que aquilo que no primeiro caso seria apenas uma falta, pode tornar-se um crime no segundo, porque, neste, à falta de caridade se junta à ingratidão.
            4 – Deus disse: “Honrarás a teu pai e a tua mãe, para teres uma dilatada vida sobre a Terra que o Senhor teu Deus te há de dar”. Mas por que promete como recompensa a vida terrena e não a celeste? A explicação se encontra nestas palavras: “Que Deus vos dará”, suprimidas na forma moderna do decálogo, o que lhe desfigura o sentido. Para compreendermos essas palavras, temos de nos reportar à situação e às idéias dos hebreus, na época em que elas foram pronunciadas. Eles ainda não compreendiam a vida futura. Sua visão não se estendia além dos limites da vida física. Por isso, deviam ser mais fortemente tocados pelas coisas que viam, do que pelas invisíveis. Eis o motivo porque Deus lhes fala numa linguagem ao seu alcance, e, como as crianças, lhes apresentam como perspectiva aquilo que poderia satisfazê-los. Eles estavam então no deserto. A Terra que Deus lhes dará é a Terra da Promissão, alvo de suas aspirações. Nada mais desejavam e Deus lhes diz que viverão nela por longo tempo, o que significa que a possuirão por longo tempo, se observarem os seus mandamentos.
            Mas, ao advento de Jesus, suas idéias estavam mais desenvolvidas. Tendo chegado o momento de lhes ser dado um alimento menos grosseiro, Jesus os inicia na vida espiritual, ao dizer: “Meu Reino não é deste mundo; é nele, e não sobre a Terra, que recebereis a recompensa das vossas boas obras”. Com estas palavras, a Terra da Promissão material se transforma numa pátria celeste. Da mesma maneira, quando lhes recorda a necessidade de observação do mandamento: “Honra a teu pai e a tua mãe”, já não é mais a Terra que lhes promete, mas o céu. (Caps. II e III).

Um comentário:

  1. Bom dia a todos!
    Segunda dia 18/05 no Estudo de O Livro dos Espíritos tivemos um bom debate em torno das questões 430 à 433 que versa sobre o sonambulismo. O Espiritismo explica que o sonambulismo é uma independência da alma, mais completa que no sonho.
    Este assunto até o momento está nos trazendo reflexões e muitas dúvidas. Mas, pouco a pouco estamos o desvendando.
    No próximo encontro traremos mais explicações sobre o assunto, unindo o que já sabemos do assunto e as outras questões que iremos estudar.

    Abraço à todos.
    Cláudio Fernandes (CEAS)

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