Organização religiosa e filantrópica que tem por objetivo o estudo e prática do Espiritismo com base no Evangelho de Jesus e nas obras de Allan Kardec.
A árvore tenra que não proteges, permanece exposta à destruição.
A fonte que não amparas, poderá secar-se.
A água que não distribuis, forma pântanos.
O fruto não aproveitado, apodrece.
A terra boa que não defendes, é asfixiada pela erva inútil.
A enxada que não utilizas, cria ferrugem.
As flores que não cultivas, nem sempre se repetem.
O amigo que não conservas, foge do teu caminho.
A medicação que não respeitas na dosagem e na oportunidade que lhe dizem respeito, não te beneficia o campo orgânico.
Assim também é a Graça Divina.
Se
não guardas o favor do Alto, respeitando-o em ti mesmo, se não usas os
conhecimentos elevados que recebes para benefício da própria felicidade,
se não prezas a contribuição que te vem de cima, não te vale a
dedicação dos mensageiros espirituais. Debalde improvisarão eles
milagres de amor e paciência, na solução de teus problemas, porque sem a
adesão de tua vontade, ao programa regenerativo, todas as medidas
salvadoras resultarão imprestáveis.
“Vai, e não peques mais.” O ensinamento de Jesus é suficiente e expressivo.
O
Médico Divino proporciona a cura, mas se não a conservamos, dentro de
nós, ninguém poderá prever a extensão e as consequências dos novos
desequilíbrios que nos sitiarão a invigilância.
Emmanuel
Na segunda-feira temos o Estudo do Livro dos Espíritos, a partir das 19hs 30 min.
As perguntas estudadas você encontra na nossa página de Estudos.
O Atendimento Espiritual acontece na quarta-feira sempre às 19hs 30min.
Conversaremos sobre o Evangelho Segundo o Espiritismo. Cap. XXVI - Dar de graça o que de graça recebeste- itens 1 à 4.
Dom de Curar1–
Curai os enfermos, ressuscitai os mortos, limpai os leprosos, expeli os
demônios; daí de graça o que de graça recebestes. (Mateus, X: 8).
2–
“Daí de graça o que de graça recebestes”, disse Jesus aos seus
discípulos, e por esse preceito estabelece que não se deve cobrar aquilo
por que nada se pagou. Ora, o que eles haviam recebido de graça era a
faculdade de curar os doentes e de expulsar os demônios, ou seja, os
maus Espíritos. Esse dom lhe fora dado gratuitamente por Deus, para
alívio dos que sofrem e para ajudar a propagação da fé. Ele lhes diz que
não o transformem em objeto de comércio ou de especulação, nem em meio
de vida.
Preces Pagas3 – Estando
porém ouvindo-o todo o povo, disse Jesus a seus discípulos: Guardai-vos
dos escribas, que querem andar com roupas talares, e gostam de ser
saudados nas praças, e das primeiras cadeiras nas sinagogas, e dos
primeiros assentos nos banquetes; que devoram as casas das viúvas,
fingindo largas orações. Estes tais receberão maior condenação. (Lucas,
XX: 45-47, e semelhantes em Marcos, XIII: 38-40; Mateus, XXIII: 14).
4 –
Disse ainda Jesus: Não façais que as vossas preces sejam pagas; não
façais como os escribas, que “a pretexto de longas preces,devoram as casas das viúvas”,
o que quer dizer: apossam-se de suas fortunas. A prece é um ato de
caridade, um impulso do coração; fazer pagar aquelas que dirigimos a
Deus pelos outros, é nos transformamos em intermediários assalariados. A
prece se transforma, então, numa fórmula que é cobrada segundo o seu
tamanho. Ora, das duas, uma: Deus mede ou não mede as suas graças pelo
número das palavras; e se forem necessárias muitas, como dizer apenas
algumas, ou quase nada, por aquele que não pode pagar? Isso é uma falta
de caridade. E se uma palavra é suficiente, as demais são inúteis.
Então, como cobrá-las? É uma prevaricação.
Deus
não vende os seus benefícios, mas concede-os. Como, pois, aquele que
tem sequer é o seu distribuidor, e que não pode garantir a sua obtenção,
cobra um pedido que talvez nem seja atendido? Deus não pode subordinar
um ato de clemência, de bondade ou de justiça, que se solicita de sua
misericórdia, a um determinado pagamento; mesmo porque, se o fizesse, o
pagamento não sendo efetuado, ou sendo insuficiente, a justiça, a
bondade e a clemência de Deus ficariam em suspenso. A razão, o bom
senso, a lógica, dizem-nos que Deus, a perfeição absoluta, não pode
delegar a criaturas imperfeitas o direito de estabelecer preços para a
sua justiça. Pois a justiça de Deus é como o Sol, que se distribui para
todos, para o pobre como para o rico. Se considerarmos imoral traficar
com as graças de um soberano terreno, seria lícito vender as do Soberano
do Universo.
As
preces pagas têm ainda outro inconveniente; é que aquele que as compra
se julga, no mais das vezes, dispensado de orar por si mesmo, pois se
considera livre dessa obrigação, desde que deu o seu dinheiro. Sabemos
que os Espíritos são tocados pelo fervor do pensamento dos que se
interessam por eles. Mas qual pode ser o fervor daquele que paga um
terceiro para orar por ele? E qual o fervor desse terceiro, quando
delega o mandato a outro, e este a outro, e assim por diante? Não é isso
reduzir a eficácia da prece ao valor da moeda corrente?
Na sexta-feira a no horário de 19h30min teremos a Palestra Pública, onde conversaremos sobre A Lei do Progresso.
Para finalizar a semana, realizaremos o Nosso Bazar. uma atividade de cunho social que acolhe a comunidade e viabiliza a oportunidade de adquirir a preços simbólicos, produtos em bom estado de conservação. A renda arrecada será destinada às obras assistenciais da nossa casa.
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